É tempo de confiar desconfiando, de acreditar desacreditando
E dando crédito pros crédulos em falsa moral e hipocrisia
Que ostentam do alto de um palácio o esdrulxulo de uma lage fria
Que pisam com os pés em maremotos visando a calmaria
Eis que digo-lhes "vão pro inferno", lá é onde deveriam estar
Pois de boas intenções e frutas podres também se faz um pomar
Não sei ao certo pesos e medidas ou ao menos regras estabelicidas
Mas me cabe o velho "bom senso" que levo pra toda vida
Eis que mergulho nesse maremoto e nao espero calmaria
Vamos ver de qual dor me servirá a desejada alegria
Mesmo ferido de morte e maculado de mentiras quero ver
O que mais poderá me ferir além da maledissencia de dizer
E que digam contra mim, pois estarei aqui, sempre, até o fim
E que me lavem a alma de amargura, e aos meus pés derramem
Todo sangue que conseguirem difamar, que minha alma reclamem
Não temerei e jamais fugirei de suas palavras e pensamentos ruins....
Felipe Ferreira Pereira (02/03/10)
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