quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Balas Sortidas e Achadas

Tudo me aflige nada me abala. Talvez, não, sempre como a perdida
Que se acha sempre em cabeças alheias. Vida dura de ser vivida...
Porém, contudo e toda via doce de ser mastigada saborosamente e
Enfim digerida coagidamente pela conformidade de quaisquer pais.

Procurando os languidos pensamentos que os leve a CURA, a Paz.
Entre flores e canhões no cais debruçado sobre o mar de regalias,
Vê-se a luxúria do pobre que ceifa com ferramentas de pura prata.
Que não tem paladar para sentir amargando o sabor de uma BALA.

Felipe Ferreira Pereira 03/11/10