O riso dos amigos a minha volta, toda felicidade que me resta
Gosto de parar e observar tudo o que toco, sinto, ressinto e vejo
O Sol que toca o infinito, iluminando tudo como se fosse festa
Gosto de parar e pensar em tudo que me resta, tudo que me tem
Todas as que eu quero e todas as que me querem realmente bem
E quando penso nisso deixo de parar, ouvir, tocar, sentir e pensar
Começo a prosseguir, fluir, andar, perseguir, correr, flutuar e almejar
Em todos os sonhos mortos que me voltam a tona para alcançar
Tudo aquilo que não tenho e que em breve terei de agarrar, me para
Mas sinto-me porém, Feliz. Feliz com tudo o que tenho e tudo o que terei
Como tudo o que desbravo, conheço, analiso, tudo o que conquistarei
E todos que me cercam, que me querem bem explicitam em minha cara
Que a felicidade é simples... Simplesmente uma coisa extremamente rara
Como o sonho de um menino que vive numa cadeira de rodas enferrujada
E acordou sentindo que andara. Não com as pernas, não com a cadeira
Mas sim com alma, com os sonhos, que o libertara de seu livro de cabeceira
Felicidade é viver no mundo real com tudo o que se fantasia em seu próprio bem
Ou então, tudo o que se fantasia no próprio amor, para que se queira bem também...
Felipe Ferreira Pereira 05/05/10