quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Soneto: Cronologia do Amor
Trezentos e sessenta e cinco dias todos os anos
E se pudesse seria vinte e quatro horas por dia
É uma pena que tampouco se saiba dessa vida
A todo instante temos de deixar quem amamos

Mesmo que seja para algo corriqueiro, pensamos
É chato separarmos de quem escolhemos pra vida
De um modo ou de outro, estar junto sempre será
Toda forma de alegria, todo afeto que suspiramos

E agora nós completamos felicíssimos três anos
Mil e noventa e cinco dias da mais completa união
Com todas as discussões e brigas infantis, crescemos

Na alegria e na tristeza , na saúde e na doença...
Traduzido em tato, sentido, compreensão e minutos:
Um milhão, quinhentos e setenta e seis mil e oitocentos.

Felipe Ferreira Pereira


"Dedico este pequeno soneto a... A pessoa não foi digna da homenagem depois de tanto tempo."