Eis que a seiva da vida rola morro abaixo, cultivando o crescimento em benefício alheio.
Moldando porém o próprio curso. Afagando cada pétala, cada folha que surge pelo caminho.
E nessa jornada de seguir-se sozinho, vem o vento a acompanhar e se sentir companheiro,
Desprendendo toda forma de felicidade de seu caule cansado. Leva pra longe todo devaneio.
Ao farfalhar das árvores de amargura infindável, vê-se o sentido contrário e retrógrado...
O tempo, que ressurge e faz-se coercitivo a ponto de retomar todas as vidas do princípio:
Do nada passando pelo TUDO. Saindo do tudo retornando pro nada... E assim se faz VIDA!
Felipe Ferreira Pereira 23-08-11