Fica difícil destilar teu veneno execravel
Em teus lábios a peçonha tange a carne
Tudo que rogas é maldade e pútrido
Como o sabor imundo de tua própria alma
Cospes sangue em ouvidos alheios
Com um olhar apodrece qualquer centeio
Lavouras de amizades e sentimentos
Tudo apodrece perante teu escárnio
Não passas de um ser malévolo e indesejável
Quando o ódio e o cinismo acabarem
Sobrará somente a solidão e o Sol
Para consumirem sua medíocre carne...
Felipe Ferreira Pereira (27/02/10)
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