Soneto: Cronologia do Amor
Trezentos e sessenta e cinco dias todos
os anos
E se pudesse seria vinte e quatro horas
por dia
É uma pena que tampouco se saiba dessa
vida
A todo instante temos de deixar quem
amamos
Mesmo que seja para algo corriqueiro,
pensamos
É chato separarmos de quem escolhemos pra
vida
De um modo ou de outro, estar junto sempre
será
Toda forma de alegria, todo afeto que
suspiramos
E agora nós completamos felicíssimos três
anos
Mil e noventa e cinco dias da mais completa
união
Com todas as discussões e brigas
infantis, crescemos
Na alegria e na tristeza , na saúde e na
doença...
Traduzido em tato, sentido, compreensão
e minutos:
Um milhão, quinhentos e setenta e seis
mil e oitocentos.
Felipe Ferreira Pereira
"Dedico este pequeno soneto a... A pessoa não foi digna da homenagem depois de tanto tempo."
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