sábado, 9 de abril de 2011

Rosa Azul

Pelos jardins noturnos silenciosos caminha-se desapercebidamente
Calmamente segue-se caminhos afáveis manchados de turquesa...
Esqueça, viva e ame como a Flor que brilha a lacínia adorávelmente
Tente desviar o olhar, obter amnésia. Impossível ante tanta nobreza

Sutileza das pétalas que abraçam o mais ínfimo sentimento de solidão
Guardam tanta gentileza próspera na imensidão de um mar Azul...
Sumáriamente definido pela beleza de encantar com alegria e paixão
Não deixando-se perder na imensidão ostensiva. Ternura: Rosa Azul


1 - lacínia: Cada uma das divisões estreitas e profundas das folhas, pétalas, etc.



Felipe Ferreira Pereira 09/04/11

2 comentários:

  1. Felipe!
    Seu poema "Rosa Azul" é de uma sutilidade maravilhosa. Parabéns por criar tão interessante poema.

    Convido você a visitar meu blog.
    Google: poemas de neusa azevedo

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  2. Neusa Maria Azevedo: Muito obrigado,
    com certeza visitarei seu blog !!

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