Descendo para os céus contraditórios, recheados de teologia
Vos digo que não é o que tanto esperavam ou então aplaudiam
Subindo na consciência dos céticos que muito pouco o viam
Esclareço que o caminho não é de algodão doce ou de magia
Aqui vejo muito pouco, mas sinto muito mais do que imaginas
Esse azul e branco interminável, próximo de tudo o que amo
De tudo que desejo e oportuno, amor das pessoas que exclamo
Ao menos chega perto da imaginção que tens de suas ruinas...
O céu não é feito de paraiso, é sim feito de firmamento...
Paupável metafóricamente para quem o alcançou brevemente
Tornando-se viciantemente vicioso, quase que ostensivo...
E benevolamente cheio e preenchido de nada. Discernimento!
Felipe Ferreira Pereira 02/04/11
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