Já que nada é o bastante, prestarei atenção e zelarei por absolutamente tudo que me for direito, desejo e fortuna de espírito. Dos rostos mais disformes, sisudos e abatidos às faces mais joviais darei meu veredicto: Compaixão! Crendo que tudo se aproxima por certa razão descarto o fato do acaso circular por qualquer portão. Sendo assim um sentimento nobre que traria sentido e felicidade a todos, venho por decepcioná-los de antemão. Alegrias, proximidades, amores temores que teriam tido jamais existiriam, já que o destino nunca há de existir, assim como para a vida eterna um glorioso elixir. Apenas dedicar-me-ei um pouco mais a carência afetiva alheia, não como um psicólogo a cuspir comportamentos hipoteticamente aceitáveis, mas sim com simples gestos de bondade. Um olá, quem sabe um até logo ou como você está bonita hoje. Simplórias palavras que fariam muito mais felizes pessoas que julgam-se em desprezível torpe, que os sonhos de maculadas almas tornem-se realidade longe de destino. Razoavelmente agir pela razão aproxima a Fé do delírio em crer que a aproximação de vibrações positivas é criada pelo inexistente Des (a) tino.
Felipe Ferreira Pereira 06/10/10
lindissimo.
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