sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Sereia de Marte as Margens do rio Plutão

Não preciso de teus elogios. Nada que acrescente ou falte
Mexerá com meus brios. Tentação de elogios tua futilidade.
E antes que me esqueça, cresça, levante vôo e desapareça.
Espero que silencie teus cantos e acenda a tua fria centelha.


Não descanse tua alma enquanto houver um pouco de vida.
Não mais desejarei tua cálida, vil e auspiciosa beleza nua...
Pois, mesmo que me falte o glorioso Sol, terei sempre a Lua.


Felipe Ferreira Pereira 03/09/10

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