sábado, 7 de agosto de 2010

Acabaram-se os Sonetos

Como perder o que nunca se teve e ter tamanha certeza de quase ter obtido?
Não sei, fico incompreendido e tentando compreender o que teria acontecido.
Em minhas aventuras introspectivas questiono incansavelmente o mero acaso,
Encarando a triste e fútil realidade de pensar apenas em meu ego exacerbado.

A unica maneira é configurar o futuro e apagar o possível passado inexistente,
Criar minha própria redoma de segurança ao redor de sentimentos experientes.
Segurar mais uma vez em minha personalidade e encarar tudo com tranqüilidade
Tratar, entre tudo, com eloqüência, educação e bem lá no abismo, a cordialidade.

Não enterrarei lágrimas que não puderam ser despejadas sobre minha face hostil.
Dedicada e assiduamente combaterei tudo o que me cerca e tudo o que me roga,
O problema é que a alma, o coração... Consciência racional que sempre provoca,
Estão sempre a perseguir meus anseios, vícios que minha ininterrupta mente cobra.

Felipe Ferreira Pereira  07/08/10

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