quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
SEREI
Nem os cegos que veem o futuro descobrirão
O pesar que tens no olhar, nunca saberão
Se ao menos encontrar uma fuga espelhada
Cercada naqueles que sentiam tamanha paixão...
Achará o que sempre procurou e optava
Aquela centelha reservada do seu guardião
O qual se denominava impenetrável
E auto-dizia-se sem esperança ou compaixão
Mas sabemos que os segredos sagrados
Estão fervendo no fundo do peito
E que o nome de tal guardião será explicitado
Assim como seus caminhos tortuosos
Caminhos de um cororação respeitado
Que não teme o amor ante olhos maliciosos
(Felipe Ferreira Pereira)
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