No alto do selvagem arranha-céu
Eles rondam, para guardar os montes
Vigiar o tempo, a linha do horizonte
Olhos receosos enchem-se de lágrimas
Sabem que tem de lutar
E a batalha está para começar
Reduzidos a carne e osso
Feridos por prata
São mais do que isso
Matilha de prata
Espalhando-se pela mata
O perigo a espreita
Sua próxima colheita
Frutos do nada
Matilha de prata
Que fere, que mata
Decidindo suas vidas
No fulgor da batalha
Felipe Ferreira Pereira
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