segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

MATILHA DE PRATA

No alto do selvagem arranha-céu
Eles rondam, para guardar os montes
Vigiar o tempo, a linha do horizonte


Olhos receosos enchem-se de lágrimas
Sabem que tem de lutar
E a batalha está para começar


Reduzidos a carne e osso
Feridos por prata
São mais do que isso
Matilha de prata


Espalhando-se pela mata
O perigo a espreita
Sua próxima colheita
Frutos do nada


Matilha de prata
Que fere, que mata
Decidindo suas vidas
No fulgor da batalha


Felipe Ferreira Pereira

Nenhum comentário:

Postar um comentário