quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

FÊNIX

Surgi das negras cinzas
Levantei vôo, cuspi fogo
Bati minhas asas
Olhei ao redor, para baixo
Estou no ar, cruzando os céus
Sou uma fênix
Ressurgi dos sedimentos
De meus sentimentos
Agora cruzo os ares
Observo os mares
Rasgando as nuvens
Entre rasantes e extremos
Extraio o ciclo dos ventos
Que me levam, me guiam
E num turbilhão de tempo
Me fazem parar, sobrevoar
Subir, pensar
E no céu sorrir
E fluir no mar
Refletir num instante
E no outro retomar
Seguir, voar
Pra onde o vento quiser
E o horizonte mandar


Felipe Ferreira Pereira

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