Minhas mãos que sangram
Por qualquer motivo
Escorrendo esperança
Cicatrizando lembranças
Minhas veias se rasgam
Procurando sentido
Sem saber se adianta
Depositar confiança
Em minhas dores que esperam
Ter o riso contido
O palhaço que dança...
O palhaço que encanta...
E os pequeninos festejam
Esse saber proibido
Retroagindo à infância
Nos tornando crianças
Felipe Ferreira Pereira
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