quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Deixo...

Deixo-te ir e ao mesmo tempo deixo de ser
Deixo de ser quem nunca fui para obter
A Atenção e o Amor jurado no "Ser"
Deixo de lembrar que tenho que esquecer


Deixo as mágoas e tudo mais
Ao menos lembre-se como se faz
Um afago um carinho e como se traz
E fujo do fogo desse dragão voraz


Não quero ser descabido mas deixo aqui
Essas palavras sinceras de quem viu
O amor prometido que nunca existiu


E as juras de um passado que veio a tona
Num futuro que o tempo apenas permitiu...
Futuro longincuo que passou e se extinguiu

Felipe Ferreira Pereira   ( 26/02/20010 )

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